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quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Comer mais gordura pode ser bom para a saúde


    • 16 outubro 2014




    Alimentos (Foto: Thinkstock)
    Estudos ão a entender que comer gordura pode ser benéfico para a saúde

    Ao contrário do que diz o senso comum e os conselhos de muitos médicos dos últimos anos, comer mais gordura pode ser benéfico para a saúde.



    Diversos estudos recentes apontam para o fato de que certos tipos de gorduras – e não todos - podem sair da lista de "vilões", seja para quem quer emagrecer ou evitar problemas cardíacos, afirma o médico Michael Mosley, que apresenta o programa da BBC Trust me, I'm a Doctor (Confie em mim, eu sou médico, em tradução livre).
    "Essas pesquisas são o tipo de notícia que faz com quem você queira jogar na pia aquele leite desnatado que você usa no seu cappuccino", diz Mosley.
    Se a crença era a de que gorduras saturadas criavam coágulos nas artérias e engordavam, novas evidências mostram que consumi-las pode, na verdade, ajudar a perder peso e ser benéfico para o coração.
    No início do ano, por exemplo, um estudo liderado pela British Heart Foundation causou polêmica. Cientistas de Oxford, Cambrige e Harvard, entre outros, examinaram a ligação entre o consumo de gordura saturada e doenças cardíacas.
    Apesar de analisar o resultado de quase 80 estudos envolvendo mais de meio milhão de pessoas, eles não encontraram evidências convincentes de que comer gorduras saturadas implicava em um maior risco de problemas cardíacos.

    quarta-feira, 23 de julho de 2014

    ESQUIZOFRENIA TEM ORIGEM GENÉTICA

    Cientistas descobrem 80 genes ligados à esquizofrenia

    Atualizado em  22 de julho, 2014 - 11:12 (Brasília) 14:12 GMT

    BBC
    Estudo internacional sugere que esquizofrenia pode ter causas biológicas
    O maior estudo sobre esquizofrenia já realizado no mundo descobriu 80 novos genes que podem colocar os seus portadores em risco de desenvolver esquizofrenia.
    A pesquisa, publicada na revista especializada Nature, sugere que a esquizofrenia pode ter causas biológicas e abre a possibilidade de novos tratamentos que possam surgir a partir das conclusões.

    segunda-feira, 19 de agosto de 2013

    Diretriz de Ressuscitação Cardiopulmonar de Emergência da Sociedade Brasileira de Cardiologia

    ATENÇÃO PESSOAL ANTENADO! Saiu  oficialmente  no Brasil a Nova Diretriz de Ressuscitação Cardiopulmonar de Emergência da Sociedade Brasileira de Cardiologia.
    Baixe e  estude pois os novos concursos já cobrarão os procedimentos abaixo.Confira!

                             http://publicacoes.cardiol.br/consenso/2013/Diretriz_Emergencia.pdf


    quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

    Mito do QI: Testes de inteligência não medem nada, dizem cientistas

     
    Os pesquisadores analisaram mais de 100.000 pessoas para "desbancar o mito dos testes de QI". Os resultados mostraram que, quando o interesse cobre uma larga gama de habilidades cognitivas, as variações entre os indivíduos só podem ser explicadas por uma conjunção de três fatores: memória de curto prazo, raciocínio e um componente verbal.

    terça-feira, 25 de dezembro de 2012

    Pessoas altruístas têm mais benefícios do efeito placebo

    Pessoas altruístas têm mais benefícios do efeito placebo

    Redação do Diário da Saúde


    Pessoas altruístas têm mais benefícios do efeito placebo
    A ativação dos analgésicos naturais secretados pele cérebro é maior em pessoas altruístas e otimistas. [Imagem: Zubieta Laboratory/University of Michigan]

    "Isso não vai dar certo"
    Apesar do "poder dos placebos", não existem ainda boas teorias para explicar tanto o efeito placebo quanto o efeito nocebo.
    Uma das principais questões em aberto é por que o efeito placebo funciona bem para algumas pessoas mas não para outras.

    quinta-feira, 8 de novembro de 2012

    Testes podem detectar esquizofrenia no 'olhar', indica estudo

    Testes podem detectar esquizofrenia no 'olhar', indica estudo

    DA BBC BRASIL
    Testes de movimento dos olhos ajudam a detectar a esquizofrenia, um distúrbio psicótico caracterizado por perda de afetividade e da personalidade, alucinações e delírios de perseguição.
    Segundo estudo divulgado na última quarta-feira e publicado pela "Biological Psychiatry", um modelo de testes de olhar teve 98% de precisão em distinguir pessoas com e sem esquizofrenia.

    BBC
    Testes podem detectar esquizofrenia no 'olhar', indica estudo
    Testes podem detectar esquizofrenia no 'olhar', indica estudo

    quinta-feira, 25 de outubro de 2012

    Brasileiro desenvolve vacina experimental mais eficaz contra HIV

    Combinação de cinco anticorpos testada em ratos manteve níveis do vírus abaixo dos detectáveis durante mais tempo que os tratamentos atuais

    Tratamento atual combina pelo menos  três drogas para minimizar surgimento de vírus resistentes - Reuters

    Reuters
    Tratamento atual combina pelo menos três drogas para minimizar surgimento de vírus resistentes
     Uma vacina com a combinação de cinco anticorpos, testada em ratos e fruto do trabalho do imunologista brasileiro Michel Nussenzweig, conseguiu manter os níveis do vírus da aids (HIV-1) abaixo dos detectáveis durante mais tempo que os tratamentos atuais, informou nesta quarta-feira, 24, a revista "Nature".

    Este tratamento experimental, composto por cinco potentes anticorpos monoclonais (idênticos entre si porque são produzidos pelo mesmo tipo de célula do sistema imunológico), foi desenvolvido pela equipe do cientista brasileiro e membro da Academia Americana de Ciências na Universidade Rockefeller em Nova York.

    Atividade física na terceira idade pode prevenir encolhimento do cérebro

    Atualizado em  24 de outubro, 2012 - 09:14 (Brasília) 11:14 GMT

    Cérebro / SPL
    Atividade física na terceira idade pode ajudar a reduzir o encolhimento do cérebro
    A atividade física regular na terceira idade pode ajudar a evitar o encolhimento do cérebro e outros sinais associados à demência, revela um novo estudo.
    A pesquisa foi feita pela Universidade de Edimburgo, na Escócia, e analisou dados de 638 pessoas com 70 anos que foram submetidas a exames cerebrais.

    quinta-feira, 14 de junho de 2012

    Caminhada: O hábito de andar 20 minutos após refeições diminui a glicose


    de 


    Após as refeições, o que você costuma fazer? Em casa, é um pouco irresistível ceder aquele gostoso soninho que bate depois do almoço. No trabalho, a desculpa é sempre o horário apertado. Só que está na hora de rever esses hábitos.

    Um estudo australiano, publicado na revista Diabetes Care, sugere uma caminhada de 20 minutos após as refeições, garantindo que o hábito ajuda a diminuir os níveis de glicose e do hormônio insulina no sangue.

    A pesquisa foi realizada pelo Instituto de Diabetes e Coração Baker, em Melbourne, na Austrália. Foram analisados 19 adultos com sobrepeso que não se exercitavam muito. Durante as sete horas que passaram sentados no laboratório os participantes tiveram suas amostras de sangue analisadas a cada hora. Depois das primeiras duas horas, o grupo ingeriu uma bebida de 763 calorias rica em açúcar e gordura e se sentaram durante outras cinco horas. Os testes foram  realizados durante três dias, com intervalos de uma a duas semanas. Num dia, os participantes passaram todo o tempo sentados, levantando-se apenas para ir ao banheiro. No outro, saíram para caminhar por cerca de 20 minutos depois de tomarem a bebida. No terceiro dia, a atividade física foi maior.

    De acordo com o estudo, quando o grupo de pacientes se levantou e fez alguma atividade leve, houve redução de 24%no aumento do total de glicose no sangue, em relação ao grupo que permaneceu sentado. Na prática de atividade moderada ou intensa, esta diferença foi de quase 30%.

    Os médicos sempre recomendam que busquemos dar uma caminhada a cada intervalo de 15 minutos em que permanecemos sentados.

    Por Yasmin Barcellos

    Cientistas fazem mapa de micróbios que vivem no organismo humano


    Atualizado em  14 de junho, 2012 - 15:02 (Brasília) 18:02 GMT
    Bactérias | Foto: BBC
    Imagem mostra representação gráfica de bactérias sobre mão humana
    "Quando me levanto da minha cadeira, dez vezes mais células bacteriais se levantam comigo do que humanas", diz Bruce Birren.
    Ele é um entre centenas de cientistas americanos envolvidos no mapa mais completo já feito dos micróbios que vivem sobre e dentro do nosso corpo.

    Não se trata de germes ou criaturas nocivas que precisam ser eliminadas mas, sim, de uma parte fundamental daquilo que nos torna humanos, dizem os pesquisadores.
    O Projeto Microbioma Humano catalogou a identidade genética de muitas bactérias, vírus e outros organismos que vivem em contato íntimo conosco.
    Ainda assim, até recentemente, pouco se sabia sobre a identidade de trilhões de micróbios que habitavam nosso corpo.

    quarta-feira, 13 de junho de 2012

    O chocolate amargo é comprovado na prevenção de infarto



    SYDNEY - Um estudo australiano confirma os benefícios do consumo regular dechocolate  amargo na prevenção de ataques cardíacos . O consumo diário, em dez anos, de 100 gramas de chocolate com pelo menos 70% de cacau poderia evitar 70 eventos cardíacos fatais e 15 não fatais dentro de uma população de 10.000 pessoas.

    Este estudo realizado pela Universidade Monash em Melbourne, com 2.013 australianos e publicado no British Medical Journal, relatou efeitos "significativo" do chocolate com uma alta concentração de cacau.

    "Nossas descobertas indicam que o chocolate amargo pode fornecer uma alternativa ou complemento ao tratamento medicamentoso em pessoas com alto risco de doença cardiovascular", disse Ella Zomer, que liderou o estudo.

    Os pesquisadores realizaram a modelagem epidemiológica, comparando os dados com muitos outros estudos que têm destacado os benefícios do chocolate à saúde.

    Chocolate é rico em polifenóis, poderoso antioxidante que restringe o estresse natural e reduz o risco de doença cardiovascular, câncer e outras doenças crônicas.

    terça-feira, 12 de junho de 2012

    Olhar para um homem aumenta temperatura das mulheres



    Olhar quente
    Uma simples e breve interação com um homem pode trazer um calor e brilho especiais ao rosto das mulheres, revela um novo estudo realizado na Grã-Bretanha.
    Pesquisadores da Universidade de St. Andrews descobriram que a mera interação visual entre duas pessoas do sexo oposto pode causar um considerável aumento da temperatura do rosto das mulheres.
    A equipe utilizou técnicas de imagens termais para detector as alterações perceptíveis em mulheres heterossexuais durante encontros com outras pessoas.
    Os cientistas ressaltaram que outros tipos de pesquisa podem se beneficiar da mesma técnica no futuro, entre elas a medição de níveis de estresse e detectores de mentiras.
    Termômetro facial
    Uma das principais autoras do estudo, Amanda Hahn, disse que os pesquisadores mensuraram a temperatura da pele na mão, braço, rosto e seios das mulheres que interagiram com homens.
    Os resultados revelaram um aumento dramático no rosto, sendo que em alguns casos a temperatura chegou a se elevar em um grau.
    "Esta mudança termal ocorreu em resposta a uma interação social simples, sem qualquer mudança de experiência emocional ou de excitação. De fato nossos participantes não relataram ter sentido desconforto ou constrangimento durante a interação," disse Hahn.
    Em comparação, resultados das interações das participantes com outras mulheres não mostraram alterações.

    Fofocar faz bem?


    12 de junho de 2012
    Fofocar faz bem?
    A maledicência ajuda a manter o equilíbrio social e garante o bem-estar dos mexeriqueiros – pelo menos num primeiro momento
    por Selma Corrêa
    ©LAVITREI/SHUTTERSTOCK
    O hábito de falar mal da vida alheia é antigo: já na pré-história nossos ancestrais descobriram que era importante conhecer e repercutir os pontos fracos dos adversários – e eventualmente até de companheiros – para que se sentissem fortes e valorizados. Afinal, já naquela época informação era artigo valioso. Mas só nos últimos anos essa prática, tão típica do ser humano, passou a ser estudada cientificamente, e agora pesquisadores da Sociedade Britânica de Psicologia chegaram a uma descoberta que pode aplacar a culpa daqueles que se comprazem em disparar veneno contra alguém pelas costas: estudos sugerem que, pelo menos num primeiro momento, a fofoca pode trazer alguns benefícios para quem a faz.

    “Essa prática eleva os níveis dos chamados hormônios fundamentais para deflagrar a sensação de bem-estar, como a serotonina, o que ajuda a diminuir o estresse e a ansiedade”, pelo menos imediatamente, diz o psicólogo Colin Gill, um dos coordenadores do estudo. No entanto, se a culpa ou outros eventuais desdobramentos desagradáveis associados ao comentário maldoso desencadeiam mal-estar, ainda não foi pesquisado. O mais curioso talvez seja que o fato de falar de alguém com malícia tem função social: ajuda a criar vínculos entre os fofoqueiros. “Quando criticamos comportamentos e características de alguém que não está presente depositamos grande interesse no que o interlocutor tem a dizer e vice-versa. Assim, criamos laços que, consequentemente, nos fazem sentir felizes e provoca a liberação desses hormônios”, observa Gill.

    Um aspecto mais problemático da fofoca é que, em sua forma mais crua, é uma estratégia para promoção de interesses egoístas e da própria reputação à custa do desconforto alheio. Muitos, aliás, recorrem descaradamente aos boatos para se favorecer. Esse lado cruel da fofoca geralmente ofusca os modos mais benignos pelos quais ela funciona na sociedade. Afinal, passar informações a alguém é sinal de profunda confiança, uma vez que está implícita a ideia de que essa pessoa não usará esses dados de maneira que tragam consequências negativas ao seu informante, ou seja, segredos compartilhados constituem uma maneira eficiente de criar vínculos. Um indivíduo que não esteja incluído na rede de fofocas do escritório é obviamente um forasteiro em quem os colegas não confiam ou que não é aceito.

    Não se pode deixar de lado o fato de que a fofoca ajuda os grupos a funcionar. Talvez possa ser produtivo pensar nela como uma aptidão social. Fofocar “bem” tem a ver com ser um bom membro de equipe, compartilhar algumas informações importantes com outros, de preferência não em proveito próprio, e, claro, saber quando manter a boca fechada. Afinal, revelar indiscriminadamente tudo que ouvimos a qualquer um disposto a nos escutar mais cedo ou mais tarde atrairá a inevitável reputação de indigno de confiança.

    segunda-feira, 11 de junho de 2012

    Meditação melhora capacidade de ver os próprios erros


    Meditação melhora capacidade de ver os próprios erros
    Inteligência emocional
    Pessoas que fazem meditação saem-se melhor em tarefas que requerem autocontrole.
    Isso acontece porque elas são mais abertas a suas próprias emoções.
    Esta é a conclusão de Michael Inzlicht e seus colegas da Universidade de Toronto (Canadá).
    Para os psicólogos, o autocontrole - que eles também chamam de "controle executivo" - é a capacidade de prestar atenção aos estímulos apropriados e iniciar comportamentos apropriados, ao mesmo tempo inibindo os comportamentos inapropriados.
    É o autocontrole que o mantém estudando quando você gostaria de ir assistir TV, ou o faz levantar-se de manhã para ir caminhar, mesmo que você preferisse continuar dormindo.

    segunda-feira, 4 de junho de 2012

    Antiinflamatório para tratar esclerose múltipla


    Medicação reduz pela metade o risco de morte associado à patologia
     
    © MONTICELLO/SHUTTERSTOCK
    Existem cerca de 2,5 milhões de pacientes com a doença neurológica em todo o mundo. No Brasil, são mais de 30 mil, mas apenas cinco mil recebem tratamento adequado devido à demora no diagnóstico, segundo dados da Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (ABEM).

    Agora, uma nova droga antiinflamatória pode representar esperança para essas pessoas. Em um artigo publicado na revista Neurology, pesquisadores do Laboratório Farmacêutico Bayer HeathCare Pharmaceuticals trataram pacientes com a doença durante 21 anos cominterferon beta-1b, substância com propriedades antiinflamatórias, e constataram que o fármaco reduziu pela metade o risco de morte associado à esclerose múltipla, nos primeiros cinco anos. Os resultados sugerem também que, quanto mais cedo iniciar o tratamento, maiores são as chances de amenizar os sintomas e aumentar a expectativa de vida.

    A Bayer HealthCare Pharmaceuticals oferece tratamento gratuito com betainterferona-1b aos pacientes com esclerose múltipla. Para se inscrever basta ligar no número 0800-7020605 ou mandar um e-mail para  betaplus@bayer.com.

    A perigosa relação entre bebida alcoólica e violência


    04 de junho de 2012
    A perigosa relação entre bebida alcoólica e violência
    Em maior quantidade, a substância pode deixar algumas pessoas mais agressivas e propensas a se envolver em situações de risco, como brigas e acidentes de trânsito
     
    © LISA S./SHUTTERSTOCK
    O álcool afeta diretamente centros cerebrais responsáveis por inibir compor­tamentos que podem prejudicar a autopreservação, segundo estudo publicado na Journal of Experi­mental Social Psychology. O psicólogo Brad Bushman, da Universidade Estadual de Ohio, e seus colegas pediram a quase 500 homens e mulheres que participassem de um jogo virtual de erro e acerto. O adversário de cada participante era o computador, mas os pesquisadores disseram a eles que jogavam com uma pessoa conectada a outra máquina. Quando perdiam, recebiam um leve choque. Se venciam, podiam dar uma descarga elétrica no “rival” pelo tem­po e com a intensidade que quises­sem.

    Antes de jogar, os voluntários completaram um questionário que media seu nível de preocupação com as consequências de suas ações. Em seguida, metade deles bebeu um drinque de suco de laranja com álcool oferecido pelos pesquisadores. O teor alcoólico era suficiente para que fossem considerados embriagados se fizessem um exame de sangue ou um teste com o bafômetro. Os outros voluntários receberam uma mistura de suco com quantidades mínimas da substância. Como os pesquisado­res previam, o primeiro grupo administrou choques mais longos e fortes em comparação com o segundo. Além disso, o desinteresse pelo efeito das próprias ações, medi­do pelo questionário, foi proporcional à agressividade da punição aos “adversários”.

    quinta-feira, 10 de maio de 2012

    Mais ativos e inteligentes


    Exercícios físicos aumentam o volume do cérebro, estimulam a sensação de bem-estar e alteram, para melhor, o modo como pensamos e sentimos
     
    © ELANUR US/SHUTTERSTOCK
    por John Ratey e Eric Hagerman

    A maioria das pessoas se sente bem depois de correr ou mesmo fazer uma caminhada leve. Há várias hipóteses, levantadas pela ciência e pelo senso comum, que explicam esse fato: o exercício físico ajuda a esquecer pequenas frustrações diárias, reduz a tensão muscular e estimula a produção de endorfinas. Mas talvez a maior razão de nos sentirmos tão bem quando o coração bate mais rapidamente e bombeia sangue por todo o corpo é que isso ativa o cérebro e seus intrincados circuitos – o que, segundo estudos recentes, é o maior benefício do exercício físico. O desenvolvimento de músculos e o condicionamento do coração e dos pulmões podem ser considerados apenas efeitos colaterais diante do potencial que a atividade física tem de nos tornar mais bem humorados e inteligentes.

    Antibiótico para tratar esquizofrenia


    O psiquiatra brasileiro Jaime Hallak fala sobre as novas tendências no tratamento de pessoas que sofrem com sintomas psicóticos no 8º Congresso Brasileiro de Cérebro, Comportamento e Emoções, em São Paulo

    © VOYLODYON/SHUTTERSTOCK
    Um remédio barato para o tratamento da acne, geralmente prescrito para adolescentes, está sendo testado  para atenuar os sintomas psicóticos em pacientes com esquizofrenia. Tudo começou em 2007 no Japão, quando um homem chegou a um pronto socorro geral sofrendo de delírios persecutórios e ideias paranóicas. Apesar de não ter antecedentes psiquiátricos, mostrava-se agitado, com alucinações auditivas, ansiedade e insônia. O paciente foi submetido a exames de sangue e tomografias cerebrais, mas não foi encontrada qualquer anormalidade. Os médicos optaram então por administrar haloperidol – uma poderosa droga anti-psicótica. O tratamento não teve efeito e o paciente continuava sofrendo de sintomas psicóticos uma semana depois, quando desenvolveu pneumonia grave.